Penso que sei de alguma coisa
Sei que nao sei de quase nada
Explico que nem sempre entendo
O sentido do que eu escrevo
Pensamentos fluem e transformam
Linhas horinzontais sem sentido
Sentimento trasposto no papel
Que as vezes me deixam pinel
Suponho que devo esquecer
De ter tantos "porques"
Suprimindo as duvidas
Consumindo as dores
Exibo os textos de uma vida
Falo as tristezas do que eu sinto
O amor que se vai mais nao volta
A via que sempre é contramão
Vou em busca de libertação
Perante essa inquietação
Coração em palavras
Palavras em sentimentos
Linhas que sempre serão um alento...
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